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| Folha de S.Paulo - 7 de maio de 2011 |
“Paraíso Perdido” explora desejos animalescos do ser humano
Balé da Cidade de São Paulo tem coreografia do grego Andonis Foniadakis inspirada em obras de Bosch
O pintor Hieronymus Bosch (1450-1516) empresta suas cores obscuras à dança de “Paraíso Perdido”, o novo espetáculo do Balé da Cidade de São Paulo, que trouxe o grego Andonis Foniadakis para coreografar o grupo de 31 bailarinos.
Seres fantásticos, meio homem meio bicho, corpos semi nus, movimentação frenética, gritos e grunhidos. Essa é a imagem capturada das obras de Bosch e regurgitada em cena. Um paraíso infernal repleto de prazeres carnais.
Por ironia, o espetáculo do Balé estreou justo em uma semana onde estão em pauta mundial, questões






