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13 de set. de 2013

Crítica: 8ª Bienal SESC de Dança

Idança - 13 de setembro de 2013

    As emergências de uma ação curatorial: refletindo a bienal SESC de dança

    “Contemporâneo é aquele que mantém fixo o olhar no seu tempo, para nele perceber não as luzes, mas o escuro. Todos os tempos são, para quem deles experimenta a contemporaneidade, obscuros. Contemporâneo é, justamente, aquele que sabe ver essa obscuridade, que é capaz de escrever mergulhando a pena nas trevas do presente.”
    O trecho acima foi retirado do livro “O que é o contemporâneo e outros ensaios” do filósofo italiano Giorgio Agamben e se encontra no texto de apresentação da oitava edição da Bienal SESC de Dança.
    De início, parece clara a preocupação da comissão curatorial – Juliano Azevedo, Liliane Soares, Djaine
Daniat, Nirvana Marinho e Valéria Cano Bravi – em indicar ao público e aos profissionais da dança a

10 de set. de 2011

Crítica: 7ª Bienal SESC de Dança

Folha de S.Paulo - 10 de setembro de 2011

    Bienal SESC de Dança apresenta vários caminhos para a dança contemporânea 
    Na 7° Bienal SESC de Dança, ocorrida em Santos entre os dias 2 e 8, foi possível acompanhar um trecho relevante dos caminhos da dança contemporânea. Caminhos que têm as mais diversas direções. 
    A dança contemporânea é uma arte que, assim como outras, tem fronteiras que a definem como linguagem específica, diferenciando-a de outras manifestações artísticas. Isso não impede, porém, a expansão contínua de seus limites.
    Baseados em inquietações pessoais ou questões sobre lacunas da sociedade de consumo, muitos artistas propõe para o território da dança contornos inesperados.
    Trabalhos de vários períodos e países foram apresentados no SESC, em teatros da cidade e em espaços