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16 de jan. de 2013

Crítica: Documentários "Figuras da Dança"

Folha de S.Paulo - 16 de janeiro de 2013

    Documentários da SP Cia. de Dança contam história inédita no país
Novo DVD "Figuras da Dança" apresenta criadores de fora do eixo Rio-São Paulo e de projeção internacional
    Além de toda a rotina de trabalho comum a uma companhia, a SPCD (São Paulo Companhia de Dança) documenta essa arte no Brasil. Desde 2008, produz a série "Figuras da Dança".
    Trata-se de um conjunto de documentários, em que cada vídeo e livreto apresentam vida e carreira de um artista.
    A quinta temporada traz quatro figuras de extrema importância para o cenário brasileiro: Marilene Martins, Edson Claro, Ismael Ivo e Lia Robatto.
    Como um país mestiço, o Brasil tem a multiplicidade na base da formação cultural, e a arte reflete essa

8 de mai. de 2012

Crítica: Espetáculo "Logos-Diálogos"

     Folha de S. Paulo - 8 de maio de 2012


    As seis suítes de Bach traduzidas em passos de dança
    O diálogo entre a dança e as suítes de Johann Sebastian Bach (1685-1750) é a premissa de “Logos Diálogos”, espetáculo dirigido por Dimos Goudaroulis – violoncelista grego que vive no Brasil desde 1996.
    O músico partiu das seis suítes para violoncelo de Bach, convidando seis coreógrafos para compor uma obra para cada suíte. As três obras iniciais são de autoria de Jorge Garcia, Luis Arrieta e Henrique Rodovalho.
    Por serem pertencentes ao estilo barroco, atribuem às composições de Bach imagens simbólicas ligadas à religiosidade. No espetáculo, essas imagens influenciam as composições coreográficas, os figurinos e
toda a cenografia de Fábio Namatame – além da iluminação, assinada por Joyce Drummond.
    A coreografia de Jorge Garcia é executada por sua própria companhia de dança contemporânea, a

17 de fev. de 2011

Crítica: "À Flor da Pele" - Balé Teatro Castro Alves


Folha de S.Paulo - 17 de fevereiro de 2011


    Coreografia de "À Flor da Pele" relembra obra de Pina Bausch
    O BTCA (Balé Teatro Castro Alves) não vem para inovar a dança contemporânea, mas coloca em cena questões importantes que devem ser repensadas.
    A companhia é formada por bailarinos com idades entre 35 e 60 anos, o que é um ponto que chama atenção.
    No Brasil, o comum de companhias de dança que tenham um número grande de bailarinos sempre foi bem diferente.
    Por muito tempo, a juventude imperou como um requisito fundamental para o profissional de dança estar no palco.
    O BTCA, prestes a completar 30 anos de existência, mostra que a idade não é empecilho para a