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9 de jul. de 2011

Crítica: "Nos Outros" e "Cidade Incerta" - Balé da Cidade de São Paulo

                                                                  

                                      

  Folha de SP - 09 de julho de 2011 

    Obras díspares enriquecem o repertório do Balé da Cidade
    “Nos Outros” e “Cidade Incerta”, são os novos trabalhos do BCSP (Balé da Cidade de São Paulo). O primeiro, assinado por Lara Pinheiro – diretora da companhia –, foca na exploração de movimentos e nas possíveis trocas e espelhamentos ocorridas entre os bailarinos.
    Por mais que se procure, não se encontrará nessa coreografia questionamentos existenciais ou alguma temática da vida cotidiana que vá além da própria dança. 
    É uma proposta em que o BCSP investiga aquilo de que ele dispõe como repertório de movimentação.
    Dançando, o grupo fala sobre a sua forma específica de dançar.
    O espetáculo só esbarra na falta de nuances no ritmo. A peça fica em uma pulsação que pouco varia a

7 de mai. de 2011

Crítica: "Paraíso Perdido" - Balé da Cidade de São Paulo

Folha de S.Paulo - 7 de maio de 2011

    “Paraíso Perdido” explora desejos animalescos do ser humano
Balé da Cidade de São Paulo tem coreografia do grego Andonis Foniadakis inspirada em obras de Bosch
    O pintor Hieronymus Bosch (1450-1516) empresta suas cores obscuras à dança de “Paraíso Perdido”, o novo espetáculo do Balé da Cidade de São Paulo, que trouxe o grego Andonis Foniadakis para coreografar o grupo de 31 bailarinos. 
    Seres fantásticos, meio homem meio bicho, corpos semi nus, movimentação frenética, gritos e grunhidos. Essa é a imagem capturada das obras de Bosch e regurgitada em cena. Um paraíso infernal repleto de prazeres carnais. 
    Por ironia, o espetáculo do Balé estreou justo em uma semana onde estão em pauta mundial, questões